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domingo, 3 de julho de 2016
No meu copo 540 - Aveleda Reserva da Família 2011
Continuamos nos brancos, agora revisitando a Quinta da Aveleda que mantém a tradição de produzir um branco na Bairrada.
Depois da marca Follies, de que tivemos oportunidade de provar um bi-varietal de Chardonnay e Maria Gomes, temos agora este Reserva da Família, que mantém um perfil semelhante ao seu antecessor, embora com um lote mais alargado de castas.
Este Reserva da Família 2011 apresentou um corpo e persistência médias, frutado quanto baste, algum mineral mas não muito intenso no nariz nem na boca. Recordando o Follies branco da Bairrada, parece-me que, além de mais barato, era mais bem conseguido.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Aveleda Reserva da Família 2011 (B)
Região: Bairrada
Produtor: Aveleda Vinhos
Grau alcoólico: 13%
Castas: Maria Gomes, Rabo de Ovelha, Chardonnay, Bical
Preço em hipermercado: 9,37 €
Nota (0 a 10): 7,5
sábado, 19 de setembro de 2015
No meu copo 476 - Terras do Demo branco seco 2013
Conheço este branco há mais de 25 anos, foi aliás um dos primeiros que experimentei quando comecei a provar vinhos. Na altura agradou-me por ser seco e ter uma boa acidez. Depois perdi-lhe o rasto durante bastante tempo.
Nos anos mais recentes voltou a aparecer nas prateleiras com maior frequência e resolvi revisitá-lo.
Claro que durante este tempo os padrões do vinho mudaram e os meus gostos também. Deste modo, o padrão de apreciação deste vinho tem pouco a ver com a época em que o conheci, porque entretanto tive oportunidade de ir subindo a fasquia.
A verdade é que este Terras do Demo branco seco continua a ser um vinho agradável de beber. Vivo, macio, floral, de aroma frutado e não muito exuberante, corpo médio e final suave e com persistência média.
Para o patamar de preço em que está posicionado, é um vinho que se bebe com agrado e não decepciona.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Terras do Demo branco seco 2013 (B)
Região: Távora-Varosa
Produtor: Cooperativa Agrícola do Távora
Grau alcoólico: 12%
Castas: Malvasia Fina, Gouveio, Pedernã, Folgazão, Rabo de Ovelha
Preço em feira de vinhos: 3,49 €
Nota (0 a 10): 7
Nos anos mais recentes voltou a aparecer nas prateleiras com maior frequência e resolvi revisitá-lo.
Claro que durante este tempo os padrões do vinho mudaram e os meus gostos também. Deste modo, o padrão de apreciação deste vinho tem pouco a ver com a época em que o conheci, porque entretanto tive oportunidade de ir subindo a fasquia.
A verdade é que este Terras do Demo branco seco continua a ser um vinho agradável de beber. Vivo, macio, floral, de aroma frutado e não muito exuberante, corpo médio e final suave e com persistência média.
Para o patamar de preço em que está posicionado, é um vinho que se bebe com agrado e não decepciona.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Terras do Demo branco seco 2013 (B)
Região: Távora-Varosa
Produtor: Cooperativa Agrícola do Távora
Grau alcoólico: 12%
Castas: Malvasia Fina, Gouveio, Pedernã, Folgazão, Rabo de Ovelha
Preço em feira de vinhos: 3,49 €
Nota (0 a 10): 7
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
No meu copo 408 - Bucelas Caves Velhas Garrafeira Branco Seco 1998
Continuamos a provar vinhos velhos de pequenas regiões às portas de Lisboa. Passamos dos tintos para os brancos, e de Colares para Bucelas. Esta foi levada pelo tuguinho e aberta como entrada para um repasto dos comensais do costume.
Já se sabe que beber tintos velhos não é fácil para muita gente, mas brancos velhos ainda é mais complicado. Começam a ficar sem frescura, perdem acidez e às vezes a tender para o enjoativo. Não são mais fáceis de apreciar que os tintos velhos.
Este Garrafeira 1998 das Caves Velhas fermentou e estagiou 6 meses em meias pipas de carvalho nacional, e mais seis meses em garrafa. Mostrou-se um grande branco velho, com uma cor deliciosamente dourada e sem aromas espúrios.
Já não era propriamente um vinho seco, antes começava a tender para o adocicado. Na boca apresentou-se cheio, com a acidez ainda bem presente, corpo meio melado, a pedir tempo para respirar e libertar mais aromas. Claro que não é vinho para muitas comidas, é mais para apreciar a solo e tentar descobrir os mistérios de como um branco pode envelhecer tão nobremente. Não há dúvida que o Arinto por vezes parece fazer milagres, mas há quem diga que o grande segredo está no Rabo de Ovelha...
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Bucelas Caves Velhas Garrafeira Branco Seco 1998 (B)
Região: Bucelas
Produtor: Caves Velhas - Enoport
Grau alcoólico: 11,5%
Castas: Arinto (80%), Esgana Cão, Rabo de Ovelha
Preço em hipermercado: 7,29 €
Nota (0 a 10): 8,5
Já se sabe que beber tintos velhos não é fácil para muita gente, mas brancos velhos ainda é mais complicado. Começam a ficar sem frescura, perdem acidez e às vezes a tender para o enjoativo. Não são mais fáceis de apreciar que os tintos velhos.
Este Garrafeira 1998 das Caves Velhas fermentou e estagiou 6 meses em meias pipas de carvalho nacional, e mais seis meses em garrafa. Mostrou-se um grande branco velho, com uma cor deliciosamente dourada e sem aromas espúrios.
Já não era propriamente um vinho seco, antes começava a tender para o adocicado. Na boca apresentou-se cheio, com a acidez ainda bem presente, corpo meio melado, a pedir tempo para respirar e libertar mais aromas. Claro que não é vinho para muitas comidas, é mais para apreciar a solo e tentar descobrir os mistérios de como um branco pode envelhecer tão nobremente. Não há dúvida que o Arinto por vezes parece fazer milagres, mas há quem diga que o grande segredo está no Rabo de Ovelha...
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Bucelas Caves Velhas Garrafeira Branco Seco 1998 (B)
Região: Bucelas
Produtor: Caves Velhas - Enoport
Grau alcoólico: 11,5%
Castas: Arinto (80%), Esgana Cão, Rabo de Ovelha
Preço em hipermercado: 7,29 €
Nota (0 a 10): 8,5
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
No meu copo 395 - Loios branco 2013; Tons de Duorum branco 2013; Conde de Vimioso Espumante extra-bruto 2009
Correspondendo à simpatia da João Portugal Ramos Vinhos, que nos tem obsequiado com a oferta de algumas garrafas do seu portefólio de vinhos alentejanos, ribatejanos e durienses, aproveitámos o tempo quente para abrir três brancos recebidos recentemente, todos de diferentes regiões: um Loios branco, um Tons de Duorum branco e um espumante Conde de Vimioso.
Depois de já termos provado diversas marcas, em branco, tinto e rosé, e encontrado algumas gratas revelações, desta vez temos de confessar que nos ficámos pela mediania. Também não é segredo que a marca Loios funciona como entrada de gama nos vinhos do produtor e enólogo no Alentejo, conquanto o Loios tinto seja habitualmente um vinho que tem uma qualidade bem acima do seu preço.
Neste caso, o Loios branco mostrou-se essencialmente um vinho simples, sem grandes pretensões, de aroma frutado discreto, suave mas curto na boca. Alguns furos abaixo do seu irmão tinto na relação qualidade/preço.
O Tons de Duorum branco, de que já tínhamos provado a colheita de 2012, nesta de 2013 mostrou-se mais simples, um pouco curto na boca e com aromas frutados discretos. Pareceu ser uma colheita inferior à anterior.
Quanto ao espumante Conde de Vimioso, um extra-bruto (praticamente sem açúcar residual, portanto), foi bebido a acompanhar sobremesas. Usando uma casta tinta e uma branca, à boa maneira de Champagne, fermentou parcialmente em meias pipas de carvalho francês. Mostrou-se com alguma estrutura mas sem grande volume de boca e final também algo curto e aroma discreto.
Em suma, dois vinhos mais simples que complexos, posicionando-se num patamar de combate pelo preço. Outros, destinados a mais altos voos, estão guardados para ocasiões mais exigentes...
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Loios 2013 (B)
Região: Alentejo (Borba)
Produtor: João Portugal Ramos Vinhos
Grau alcoólico: 12,5%
Castas: Arinto, Rabo de Ovelha, Roupeiro
Preço em feira de vinhos: 2,74 €
Nota (0 a 10): 6
Vinho: Tons de Duorum 2013 (B)
Região: Douro
Produtor: Duorum Vinhos
Grau alcoólico: 12%
Castas: Viosinho, Rabigato, Verdelho, Arinto, Moscatel Galego
Preço em feira de vinhos: 3,49 €
Nota (0 a 10): 6
Vinho: Conde de Vimioso espumante extra-bruto 2009 (B)
Região: Tejo (Almeirim)
Produtor: Falua - Sociedade de Vinhos
Grau alcoólico: 12%
Castas: Chardonnay, Touriga Nacional
Nota (0 a 10): 6
Depois de já termos provado diversas marcas, em branco, tinto e rosé, e encontrado algumas gratas revelações, desta vez temos de confessar que nos ficámos pela mediania. Também não é segredo que a marca Loios funciona como entrada de gama nos vinhos do produtor e enólogo no Alentejo, conquanto o Loios tinto seja habitualmente um vinho que tem uma qualidade bem acima do seu preço.
Neste caso, o Loios branco mostrou-se essencialmente um vinho simples, sem grandes pretensões, de aroma frutado discreto, suave mas curto na boca. Alguns furos abaixo do seu irmão tinto na relação qualidade/preço.
O Tons de Duorum branco, de que já tínhamos provado a colheita de 2012, nesta de 2013 mostrou-se mais simples, um pouco curto na boca e com aromas frutados discretos. Pareceu ser uma colheita inferior à anterior.
Quanto ao espumante Conde de Vimioso, um extra-bruto (praticamente sem açúcar residual, portanto), foi bebido a acompanhar sobremesas. Usando uma casta tinta e uma branca, à boa maneira de Champagne, fermentou parcialmente em meias pipas de carvalho francês. Mostrou-se com alguma estrutura mas sem grande volume de boca e final também algo curto e aroma discreto.
Em suma, dois vinhos mais simples que complexos, posicionando-se num patamar de combate pelo preço. Outros, destinados a mais altos voos, estão guardados para ocasiões mais exigentes...
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Loios 2013 (B)
Região: Alentejo (Borba)
Produtor: João Portugal Ramos Vinhos
Grau alcoólico: 12,5%
Castas: Arinto, Rabo de Ovelha, Roupeiro
Preço em feira de vinhos: 2,74 €
Nota (0 a 10): 6
Vinho: Tons de Duorum 2013 (B)
Região: Douro
Produtor: Duorum Vinhos
Grau alcoólico: 12%
Castas: Viosinho, Rabigato, Verdelho, Arinto, Moscatel Galego
Preço em feira de vinhos: 3,49 €
Nota (0 a 10): 6
Vinho: Conde de Vimioso espumante extra-bruto 2009 (B)
Região: Tejo (Almeirim)
Produtor: Falua - Sociedade de Vinhos
Grau alcoólico: 12%
Castas: Chardonnay, Touriga Nacional
Nota (0 a 10): 6
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008
No meu copo 198 - Prova Régia 2006; Bucellas Caves Velhas 2006
Estes dois brancos são obrigatórios na minha garrafeira todos os anos. Agora com uma imagem renovada, o Prova Régia 2006 quase esgotou o ano passado nas feiras de vinhos, tal a procura que teve devido a um preço imbatível.
O que dizer deste campeão de vendas da Quinta da Romeira? Que está mais ou menos sempre como se espera, com aquela acidez refrescante do Arinto, com um toque floral e com notas de fruta tropical juntamente com algum citrino, bom para a piscina ou a esplanada mas também para uns bons petiscos de peixe ou marisco. No entanto, talvez surpreenda ao dizer que esta colheita me pareceu algo inferior às anteriores. Costuma ser um vinho que consegue ser estimulante na prova de boca sem deixar de ser leve, mas ou eu não estava nos melhores dias ou faltou-lhe ali qualquer coisa.
Sem deixar de ser uma boa aposta, porque nunca nos deixa ficar mal ao mesmo tempo que tem um preço bastante atractivo, pareceu-me faltar-lhe frescura. Não sei se terei oportunidade de voltar a esta colheita, até porque já está no mercado a de 2007, mas para já vou deixar esta apreciação sob alguma reserva, acreditando que pode ter sido apenas uma baixa de forma passageira.
Já o Bucellas Caves Velhas 2006 (que agora pertence à Enoport) parece estar cada vez melhor. Enquanto o Prova Régia pareceu descer, o Bucellas pareceu subir. Uma frescura notável na boca, com notas citrinas bem marcadas com final floral, a par com uma acidez muito equilibrada, tudo envolto num amarelo brilhante e ligeiramente esverdeado. A sua frescura permite-lhe servir tanto para acompanhar peixes e mariscos como para ser bebido como aperitivo ou até mesmo apenas como bebida refrescante num dia de Verão. Neste caso acompanhou na perfeição uma salada de marisco. Um excelente branco para todas as ocasiões, cada vez mais incontornável e indiscutível no meu “top 5” dos brancos nacionais.
A Revista de Vinhos já tinha apresentado esta colheita como um dos melhores Bucelas dos últimos 20 anos, e bem merece o encómio. Aliás, já tive oportunidade de experimentar também o de 2007 e pareceu-me ainda melhor. É um branco incontornável para os apreciadores da casta Arinto.
Kroniketas, enófilo refrescado
Região: Bucelas
Vinho: Prova Régia, Arinto 2006 (B)
Produtor: Quinta da Romeira - Companhia das Quintas
Grau alcoólico: 12,5%
Casta: Arinto
Preço em feira de vinhos: 2,97 €
Nota (0 a 10): 7
Vinho: Bucellas Caves Velhas 2006 (B)
Produtor: Caves Velhas - Enoport
Grau alcoólico: 12%
Castas: Arinto (90%), Rabo-de-Ovelha
Preço em feira de vinhos: 3,49 €
Nota (0 a 10): 8,5
O que dizer deste campeão de vendas da Quinta da Romeira? Que está mais ou menos sempre como se espera, com aquela acidez refrescante do Arinto, com um toque floral e com notas de fruta tropical juntamente com algum citrino, bom para a piscina ou a esplanada mas também para uns bons petiscos de peixe ou marisco. No entanto, talvez surpreenda ao dizer que esta colheita me pareceu algo inferior às anteriores. Costuma ser um vinho que consegue ser estimulante na prova de boca sem deixar de ser leve, mas ou eu não estava nos melhores dias ou faltou-lhe ali qualquer coisa.
Sem deixar de ser uma boa aposta, porque nunca nos deixa ficar mal ao mesmo tempo que tem um preço bastante atractivo, pareceu-me faltar-lhe frescura. Não sei se terei oportunidade de voltar a esta colheita, até porque já está no mercado a de 2007, mas para já vou deixar esta apreciação sob alguma reserva, acreditando que pode ter sido apenas uma baixa de forma passageira.
Já o Bucellas Caves Velhas 2006 (que agora pertence à Enoport) parece estar cada vez melhor. Enquanto o Prova Régia pareceu descer, o Bucellas pareceu subir. Uma frescura notável na boca, com notas citrinas bem marcadas com final floral, a par com uma acidez muito equilibrada, tudo envolto num amarelo brilhante e ligeiramente esverdeado. A sua frescura permite-lhe servir tanto para acompanhar peixes e mariscos como para ser bebido como aperitivo ou até mesmo apenas como bebida refrescante num dia de Verão. Neste caso acompanhou na perfeição uma salada de marisco. Um excelente branco para todas as ocasiões, cada vez mais incontornável e indiscutível no meu “top 5” dos brancos nacionais.
A Revista de Vinhos já tinha apresentado esta colheita como um dos melhores Bucelas dos últimos 20 anos, e bem merece o encómio. Aliás, já tive oportunidade de experimentar também o de 2007 e pareceu-me ainda melhor. É um branco incontornável para os apreciadores da casta Arinto.
Kroniketas, enófilo refrescado
Região: Bucelas
Vinho: Prova Régia, Arinto 2006 (B)
Produtor: Quinta da Romeira - Companhia das Quintas
Grau alcoólico: 12,5%
Casta: Arinto
Preço em feira de vinhos: 2,97 €
Nota (0 a 10): 7
Vinho: Bucellas Caves Velhas 2006 (B)
Produtor: Caves Velhas - Enoport
Grau alcoólico: 12%
Castas: Arinto (90%), Rabo-de-Ovelha
Preço em feira de vinhos: 3,49 €
Nota (0 a 10): 8,5
sábado, 15 de setembro de 2007
No meu copo 134 - Bucellas Caves Velhas 2005
Os brancos e rosés de férias (I)
Nos brancos bebidos nas férias, outro destaque vai para o Bucellas Caves Velhas, outro dos meus preferidos. Aliás, já o disse aqui, os brancos de Bucelas são os meus preferidos do mercado nacional. Com as características típicas dos brancos de Bucelas, acidez bem marcada pela predominância do Arinto, aroma frutado intenso com um ligeiro toque floral, num todo muito fresco e agradável, é outro que nunca engana, por um preço excelente. Segundo a Revista de Vinhos, a colheita de 2006 é uma das melhores dos últimos 20 anos. Estou só à espera das feiras de vinhos para ir buscá-lo.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Bucellas Caves Velhas 2005 (B)
Região: Bucelas
Produtor: Caves Velhas - Enoport
Grau alcoólico: 12%
Castas: Arinto (75%), Esgana Cão, Rabo de Ovelha
Preço em feira de vinhos: 3,25 €
Nota (0 a 10): 7,5
domingo, 19 de março de 2006
No meu copo 31 - Bucellas Caves Velhas 2003

Continuamos na senda dos brancos para falar de mais um branco de Bucelas, primo de outro que apresentámos há alguns dias. O anterior era exclusivamente da casta Arinto, este é um vinho de lote com 3 castas: Arinto (75%), Esgana Cão e Rabo de Ovelha. Curiosamente, sendo eu um apreciador dos vinhos de Arinto, como o Prova Régia, neste caso gostei mais do Bucellas Caves Velhas de lote do que do varietal, que como referi no outro post achei um pouco áspero.
Este Bucellas Caves Velhas, já de 2003, portanto a caminhar para o limite do prazo de consumo num branco, apresentou-se ainda com a característica cor citrina, frutado, levemente acídulo e com aquela frescura que torna os brancos de Bucelas apetecíveis. Acompanhou excelentemente uma deliciosa açorda de marisco. Coloco-o quase ao mesmo nível do Prova Régia e do João Pires, talvez só uns pozinhos mais abaixo, mas é também um dos meus preferidos. Além de que também é barato.
Outra marca a fixar.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Bucellas Caves Velhas 2003 (B)
Região: Bucelas
Produtor: Caves Velhas - Enoport
Grau alcoólico: 12%
Castas: Arinto (75%), Esgana Cão, Rabo de Ovelha
Preço em feira de vinhos: 3,95 €
Nota (0 a 10): 7,5
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