E agora das terras do pó para Azeitão, onde residem os dois gigantes da região, paredes meias ao longo da Estrada Nacional 10.
Começamos pela Quinta da Bacalhôa.
Para além do clássico Quinta da Bacalhôa tinto, um dos pioneiros na utilização do estilo bordalês em Portugal com o lote Cabernet Sauvignon-Merlot, tivemos nos anos mais recentes o lançamento da marca com o nome da casa em versão branco.
É um bom vinho, bem estruturado, persistente e com alguma complexidade, envolvida por um ligeiro toque de madeira. Apresenta notas de frutos tropicais e algum mel, a par com algum floral.
No conjunto, embora seja um bom vinho, e à semelhança do que acontece com o tinto, este também não me encantou e não me parece que justifique o preço que custa. Por este preço, que de barato não tem nada, espera-se sempre algo mais.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Quinta da Bacalhôa 2012 (B)
Região: Península de Setúbal
Produtor: Bacalhôa Vinhos
Grau alcoólico: 14%
Castas: Sémillon, Alvarinho, Sauvignon Blanc
Preço em feira de vinhos: 13,04 €
Nota (0 a 10): 8
O blog onde os néctares de Baco nunca se entornam
Blog livre do Aborto Horto Gráfico
Mostrar mensagens com a etiqueta Semillon. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Semillon. Mostrar todas as mensagens
sábado, 25 de junho de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
No meu copo 520 - Sauternes Château de l’École 2010
Estamos perante um dos vinhos doces mais famosos do mundo. A região de Sauternes, no sul de França, é desde há décadas uma referência na produção dos vinhos de sobremesa, a par do Tokay, da Hungria.
A oportunidade de adquirir uma garrafa destas surgiu num hipermercado onde, surpreendentemente, estava ao mesmo preço de outras marcas de vinhos de colheita tardia portugueses. Como nunca tinha provado um Sauternes, pensei “porque não?”
E assim se abriram e degustaram em dois tempos os 375 ml deste formato de meia garrafa. Revelou-se muito elegante, aromático e sem o travo a alguma podridão que por vezes marca negativamente alguns destes vinhos.
Ficámos, contudo, com a sensação de que há vinhos de colheita tardia em Portugal que podem ser tão bons ou melhores do que este. Provavelmente este não será um Sauternes de topo, mas valeu a pena a prova. Fez jus à fama que ostenta, mas não tanto como à partida se esperava.
Uma impressão a confirmar em próximas oportunidades.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Château de l’École 2010 (B)
Região: Sauternes (França)
Produtor: Julie Gonet Médeville - Gironde
Grau alcoólico: 13%
Castas: Sémillon, Sauvignon
Preço em hipermercado: 12,99 €
Nota (0 a 10): 8,5
A oportunidade de adquirir uma garrafa destas surgiu num hipermercado onde, surpreendentemente, estava ao mesmo preço de outras marcas de vinhos de colheita tardia portugueses. Como nunca tinha provado um Sauternes, pensei “porque não?”
E assim se abriram e degustaram em dois tempos os 375 ml deste formato de meia garrafa. Revelou-se muito elegante, aromático e sem o travo a alguma podridão que por vezes marca negativamente alguns destes vinhos.
Ficámos, contudo, com a sensação de que há vinhos de colheita tardia em Portugal que podem ser tão bons ou melhores do que este. Provavelmente este não será um Sauternes de topo, mas valeu a pena a prova. Fez jus à fama que ostenta, mas não tanto como à partida se esperava.
Uma impressão a confirmar em próximas oportunidades.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Château de l’École 2010 (B)
Região: Sauternes (França)
Produtor: Julie Gonet Médeville - Gironde
Grau alcoólico: 13%
Castas: Sémillon, Sauvignon
Preço em hipermercado: 12,99 €
Nota (0 a 10): 8,5
domingo, 22 de novembro de 2015
No meu copo 492 - Casa da Ínsua branco 2014; Casa da Ínsua rosé 2013
Voltamos ao Dão, para uma prova de mais uma marca antiga que andou desaparecida durante algum tempo.
A Casa da Ínsua, antiga casa senhorial do século XVIII, actualmente é um hotel de charme situado em Penalva do Castelo, propriedade dos Empreendimentos Turísticos Montebelo, do grupo Visabeira, e dentro dos seus vastos jardins estão situadas as vinhas donde provêm as uvas para os vinhos que produz.
Nesta ocasião tivemos oportunidade de provar um branco e um rosé. Os tintos ficam para mais tarde.
O branco agradou à generalidade dos provadores. Apresentou-se com uma cor citrina, elegante, com aroma complexo com notas de frutos do pomar. Na boca mostrou-se encorpado, macio, estruturado, persistente e com final marcadamente mineral. Um vinho para agradar com entradas ou pratos de peixe com algum requinte. Não é um simples vinho de Verão mas um vinho para apreciar com tempo e a companhia adequada à mesa.
Quanto ao rosé, foi uma decepção: chato, doce, sem acidez, liso e desinteressante. A cor é marcadamente rosada concentrada, o aroma limpo mas na boca torna-se enjoativo. Um resultado francamente mal conseguido.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Região: Dão
Produtor: Empreendimentos Turísticos Montebelo
Vinho: Casa da Ínsua 2014 (B)
Grau alcoólico: 13%
Castas: Encruzado, Sémillon
Preço no produtor: 5,10 €
Nota (0 a 10): 7,5
Vinho: Casa da Ínsua 2013 (R)
Grau alcoólico: 13%
Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz
Preço no produtor: 5,10 €
Nota (0 a 10): 4
A Casa da Ínsua, antiga casa senhorial do século XVIII, actualmente é um hotel de charme situado em Penalva do Castelo, propriedade dos Empreendimentos Turísticos Montebelo, do grupo Visabeira, e dentro dos seus vastos jardins estão situadas as vinhas donde provêm as uvas para os vinhos que produz.
Nesta ocasião tivemos oportunidade de provar um branco e um rosé. Os tintos ficam para mais tarde.
O branco agradou à generalidade dos provadores. Apresentou-se com uma cor citrina, elegante, com aroma complexo com notas de frutos do pomar. Na boca mostrou-se encorpado, macio, estruturado, persistente e com final marcadamente mineral. Um vinho para agradar com entradas ou pratos de peixe com algum requinte. Não é um simples vinho de Verão mas um vinho para apreciar com tempo e a companhia adequada à mesa.
Quanto ao rosé, foi uma decepção: chato, doce, sem acidez, liso e desinteressante. A cor é marcadamente rosada concentrada, o aroma limpo mas na boca torna-se enjoativo. Um resultado francamente mal conseguido.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Região: Dão
Produtor: Empreendimentos Turísticos Montebelo
Vinho: Casa da Ínsua 2014 (B)
Grau alcoólico: 13%
Castas: Encruzado, Sémillon
Preço no produtor: 5,10 €
Nota (0 a 10): 7,5
Vinho: Casa da Ínsua 2013 (R)
Grau alcoólico: 13%
Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz
Preço no produtor: 5,10 €
Nota (0 a 10): 4
terça-feira, 17 de setembro de 2013
No meu copo 338 - Esporão, Duas Castas 2010 e 2011
Seguindo a mesma linha do nosso já velho conhecido Quatro Castas tinto, a Herdade do Esporão produz desde há alguns um branco que segue a mesma filosofia, intitulado Duas Castas. O princípio é o mesmo, utilizam-se as melhores castas de cada colheita, tintas ou brancas em cada caso, para elaborar o respectivo vinho. Não existem castas fixas pelo que a composição do vinho pode ser completamente diferente de ano para ano.
Já tive oportunidade de provar algumas colheitas deste vinho, sendo que as duas mais recentes, provadas no final do ano passado e neste Verão, apresentam um par de castas completamente distinto, embora mantenham um perfil mais ou menos constante, à semelhança do que tem acontecido com a versão equivalente do tinto.
A versão 2010 apresentou-se com um perfil longo, seco, frutado e com boa profundidade aromática e alguma mineralidade, com algumas nuances de frutos tropicais presentes no aroma.
Quanto ao 2011, apresenta-se com aroma mais cítrico, embora menos exuberante, um pouco mais estruturado, persistente e mais cheio na prova de boca.
Ambos fazem excelente figura à mesa, quer a acompanhar entradas e petiscos leves, quer fazendo parelha com pratos de peixe com temperos com algum requinte. Embora o monocasta Verdelho se guinde a um outro patamar, a roçar a excelência, este Duas Castas é um belíssimo complemento e não envergonha, embora perca ligeiramente numa comparação directa com o seu irmão monocasta.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Região: Alentejo (Reguengos)
Produtor: Esporão
Preço em feira de vinhos: 7,98 €
Vinho: Esporão, Duas Castas 2010 (B)
Grau alcoólico: 13%
Castas: Gouveio, Verdelho
Nota (0 a 10): 8
Vinho: Esporão, Duas Castas 2011 (B)
Grau alcoólico: 14%
Castas: Sémillon, Viosinho
Nota (0 a 10): 8
Já tive oportunidade de provar algumas colheitas deste vinho, sendo que as duas mais recentes, provadas no final do ano passado e neste Verão, apresentam um par de castas completamente distinto, embora mantenham um perfil mais ou menos constante, à semelhança do que tem acontecido com a versão equivalente do tinto.
A versão 2010 apresentou-se com um perfil longo, seco, frutado e com boa profundidade aromática e alguma mineralidade, com algumas nuances de frutos tropicais presentes no aroma.
Quanto ao 2011, apresenta-se com aroma mais cítrico, embora menos exuberante, um pouco mais estruturado, persistente e mais cheio na prova de boca.
Ambos fazem excelente figura à mesa, quer a acompanhar entradas e petiscos leves, quer fazendo parelha com pratos de peixe com temperos com algum requinte. Embora o monocasta Verdelho se guinde a um outro patamar, a roçar a excelência, este Duas Castas é um belíssimo complemento e não envergonha, embora perca ligeiramente numa comparação directa com o seu irmão monocasta.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Região: Alentejo (Reguengos)
Produtor: Esporão
Preço em feira de vinhos: 7,98 €
Vinho: Esporão, Duas Castas 2010 (B)
Grau alcoólico: 13%
Castas: Gouveio, Verdelho
Nota (0 a 10): 8
Vinho: Esporão, Duas Castas 2011 (B)
Grau alcoólico: 14%
Castas: Sémillon, Viosinho
Nota (0 a 10): 8
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Pondo a escrita em dia... (1)
No meu copo 253 - Veuve Roth, Riesling 2007; Château Sainte-Marie 2006
Com todo este atraso de provas acumuladas, continuamos a tentar pôr a escrita em dia. Os posts que vão aparecendo não reflectem uma ordem cronológica nem sequer a época do ano em que são publicados. Vamos tentar recuperar algum do tempo perdido, referindo as provas mais relevantes. A que se segue foi a propósito de mais uma incursão gastrónomo-etílico-futebolística dos Comensais Dionisíacos. O relato volta a ser do Politikos, que perante a preguiça dos nossos escribas resolveu avançar para a escrita... que nós publicamos.
Ainda com um certo espírito de “rentrée”, após o defeso de Verão, reuniu mais uma vez o núcleo duro dos Comensais Dionisíacos, composto pelos quatro convivas mais assíduos. Era para ter sido uma reunião plenária da sociedade que se iria bater com um javali, mas impossibilidades supervenientes de alguns dos membros, relativas já à nova época de caça, goraram o intento.
O pretexto foi, mais uma vez, um jogo de futebol, no caso da selecção nacional. Embora, neste particular, a opinião dos comensais divirja. É que há quem pense que o pretexto é o vinho, sendo os jogos mero contexto, ou seja, meras balizas temporais! Seja como for, enquanto no campo alinhavam 22 jogadores, em casa alinharam 6 néctares na equipa principal: dois brancos, três tintos e um Porto.
Para o aquecimento, embora bem refrescados que o tempo ainda se apresentava quente, apresentaram-se à liça dois brancos, já conhecidos de outros prélios. Um Veuve Roth, Riesling 2007, um branco suave, com a acidez certa, o que lhe confere aquela delicadeza típica dos brancos franceses e da casta. Embora não fosse a combinação certa, para espanto meu, aguentou-se bem a acompanhar umas lascas de presunto serrano com pão de Mafra com que se iniciaram as hostilidades...
Deveria seguir-se um Château Sainte-Marie 2006, outro gaulês, que resulta do feliz casamento entre as castas Sauvignon Blanc, Sémillon e Muscadelle. Proveniente da região demarcada de Entre-Deux-Mers, que deve o seu nome ao facto de estar encravada entre os rios Dordogne e Garonne, e integra a grande região de Bordéus, é um vinho fresco e frutado, cuja igualmente bem domada acidez deixa vir ao de cima o doce e o sabor inconfundíveis do moscatel. Ficou aprovadíssimo em prova anterior, revelando-se um excelente branco. Mais uma vez os brancos franceses a brilhar e a marcar pontos nas nossas preferências. Mas desta vez, para nosso azar, nem chegou a ir a jogo. Dois dos convivas deram-lhe um gole e concluíram que estava passado. Acontece! Antes disso, e para comparação, ainda foi distribuído pelos comensais umas lágrimas – o que sobejava do consumo da semana – de um branco da Região do Sado de seu nome Lisa, 100% moscatel graúdo, para se poder aferir a diferença entre dois vinhos com moscatel. A intenção era boa...
Não era, porém, por falta de jogadores que em casa não se jogava, pelo que fizemos alinhar de imediato os tintos que se haviam de bater à mesa com umas gravatinhas de porco, muito bem temperadas, acompanhadas de batata frita, transportadas de Benfica duma sucursal do famoso David da Buraca em versão mais moderna e requintada, que neste caso dá apenas pelo nome de David.
(continua)
Vinho: Veuve Roth, Riesling 2007 (B)
Região: Alsácia (França)
Produtor: Les Caves de La Route du Vin
Grau alcoólico: 12,5%
Casta: Riesling
Preço: 6,57 €
Nota (0 a 10): 7,5
Vinho: Château Sante Marie 2006 (B)
Região: Entre-deux-mers - Borgonha (França)
Produtor: Château Sainte Marie
Grau alcoólico: 12,5%
Castas: Sauvignon (62%), Sémillon (29%), Muscadelle (9%)
Nota (0 a 10): 8,5
segunda-feira, 12 de março de 2007
No meu copo 96 - Barons de Rothschild, Saga R 2005
Nas feiras de vinhos de 2006 aproveitei alguns bons preços de vinhos estrangeiros no Jumbo para adquirir umas quantas garrafas de vinhos espanhóis, franceses e italianos por pouco dinheiro. Consumo habitualmente poucos vinhos destes porque não costumo comprá-los. Seguindo um pouco a lógica de não sobrecarregar demasiado a vasta lista de compras, escolhi alguns brancos, tintos e rosés dentro das opções disponíveis, uns com algum conhecimento de causa e outros apostando um pouco no escuro.
Dentro destes apareceu um branco de Bordéus da famosa casa Barons de Rothschild, o que tornou a aposta menos incerta. Um destes fins-de-semana, perante um apetitoso pargo no forno (sim, no forno aquilo até se come muito bem, não é tuguinho?), refresquei esta garrafa para acompanhar a refeição. Posso dizer que em boa hora o fiz, porque me saiu uma excelente surpresa. Duma assentada bebi meia garrafa ao almoço. É destes brancos que eu gosto. Uma cor citrina aberta e brilhante, cristalina, um aroma entre o frutado e o floral, com grande elegância e suavidade, fez uma excelente companhia ao peixe com batatas às rodelas e molho espesso.
Como refere o contra-rótulo, este vinho feito de Sauvignon e Sémillon tem aquilo que falta quase sempre nos brancos portugueses de castas estrangeiras que tenho apreciado aqui no blog: a finesse. É isso mesmo que não encontro nos Chardonnay e Sauvignon Blanc portugueses, que me aparecem sempre agressivos, enjoativos e com álcool em excesso.
Cada vez que provo um branco francês, mais me convenço que o nosso país não é, definitivamente, um país de brancos na maior parte das regiões, e que estas castas estrangeiras não são adequadas para o nosso clima. O excesso de calor tira-lhes a frescura e a elegância, ao contrário do que acontece com as tintas, como o Cabernet Sauvignon, para as quais o clima é propício a um maior amadurecimento que lhes arredonda os taninos.
Este Saga R de 2005 vai ficar com uma referência de destaque para futuras compras. Pareceu-me ser um branco muito versátil, próprio para pratos de peixe mais fortes como o pargo no forno, ou mais leves, dada a sua elegância. A não esquecer: um branco com finesse.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Saga R 2005 (B)
Região: Bordéus (França)
Produtor: Les Domaines Barons de Rothschild - Bordéus
Grau alcoólico: 12,5%
Castas: Sauvignon, Sémillon
Preço em feira de vinhos: 6,14 €
Nota (0 a 10): 8
Dentro destes apareceu um branco de Bordéus da famosa casa Barons de Rothschild, o que tornou a aposta menos incerta. Um destes fins-de-semana, perante um apetitoso pargo no forno (sim, no forno aquilo até se come muito bem, não é tuguinho?), refresquei esta garrafa para acompanhar a refeição. Posso dizer que em boa hora o fiz, porque me saiu uma excelente surpresa. Duma assentada bebi meia garrafa ao almoço. É destes brancos que eu gosto. Uma cor citrina aberta e brilhante, cristalina, um aroma entre o frutado e o floral, com grande elegância e suavidade, fez uma excelente companhia ao peixe com batatas às rodelas e molho espesso.
Como refere o contra-rótulo, este vinho feito de Sauvignon e Sémillon tem aquilo que falta quase sempre nos brancos portugueses de castas estrangeiras que tenho apreciado aqui no blog: a finesse. É isso mesmo que não encontro nos Chardonnay e Sauvignon Blanc portugueses, que me aparecem sempre agressivos, enjoativos e com álcool em excesso.
Cada vez que provo um branco francês, mais me convenço que o nosso país não é, definitivamente, um país de brancos na maior parte das regiões, e que estas castas estrangeiras não são adequadas para o nosso clima. O excesso de calor tira-lhes a frescura e a elegância, ao contrário do que acontece com as tintas, como o Cabernet Sauvignon, para as quais o clima é propício a um maior amadurecimento que lhes arredonda os taninos.
Este Saga R de 2005 vai ficar com uma referência de destaque para futuras compras. Pareceu-me ser um branco muito versátil, próprio para pratos de peixe mais fortes como o pargo no forno, ou mais leves, dada a sua elegância. A não esquecer: um branco com finesse.
Kroniketas, enófilo esclarecido
Vinho: Saga R 2005 (B)
Região: Bordéus (França)
Produtor: Les Domaines Barons de Rothschild - Bordéus
Grau alcoólico: 12,5%
Castas: Sauvignon, Sémillon
Preço em feira de vinhos: 6,14 €
Nota (0 a 10): 8
Subscrever:
Mensagens (Atom)





