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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Néctar das Avenidas - Novas instalações



Abriu na passada 3ª feira, 4 de Setembro, o novo espaço da Garrafeira Néctar das Avenidas, na esquina da Avenida Luís Bívar com a Pinheiro Chagas, em Lisboa.

Sob a direcção de pai e filha João e Sara Quintela, respectivamente, a nova loja é significativamente maior que a anterior, prometendo albergar diversos eventos ligados ao mundo do vinho.

Como bónus para a vista, destaca-se um canto onde está exposta uma impressionante colecção com algumas dezenas de garrafas do espólio particular de João Quintela, com realce para as colheitas desde os anos 80 do Esporão Reserva tinto. Está lá bem vincado numa etiqueta: não estão à venda!

Boa sorte para a família Quintela nesta nova etapa desta fantástica aventura que tem sido o crescimento desta garrafeira.

Nós cá estaremos para ver, acompanhar e provar.

Até já.

Kroniketas, enófilo actualizado

sábado, 8 de julho de 2017

4º Bairradão em Lisboa


No final do passado mês de Maio decorreu no Hotel Real Palácio mais uma edição do Bairradão em Lisboa, que juntou produtores do Dão e da Bairrada no mesmo espaço.

Estiveram presentes alguns produtores dos mais representativos daquelas duas regiões, como se pode ver pela lista da imagem anexa.

Desta vez não houve oportunidade para participar na prova especial das colheitas de Cabernet Sauvignon da Caves São João, porque o dia era muito preenchido e apenas pude cirandar pelas mesas dos produtores com alguma brevidade. Detive-me sobretudo na mesa das Caves Messias, da Casa de Saima e da Casa da Passarela, da Adega de Cantanhede e no da Dão Sul/Global Wines, com a larga panóplia de vinhos da Quinta do Encontro e das várias marcas produzidas no Dão.

Num breve balanço da minha curta passagem pelo evento, ficou patente mais uma vez a importância deste evento e a participação massiva dos produtores, de modo a trazer estas duas fantásticas regiões ao encontro do público e aumentar a sua visibilidade. A qualidade dos vinhos está lá e é inegável, como os apreciadores sobejamente sabem. Falta apenas que o grande público também saiba e comece e render-se a estes vinhos que, sendo significativamente diferentes entre si, também não têm igual no país.

Mais uma vez está de parabéns a garrafeira Néctar das Avenidas, que continua a lutar contra a menor atenção que o consumidor dispensa a estas duas regiões. Pela nossa parte, aqui neste cantinho, continuaremos também a apoiar esta missão dentro do que nos for possível.

Continuem e contem connosco.

Kroniketas, enófilo esclarecido

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

3º Bairradão em Lisboa





Foi no passado dia 28 de Maio que se realizou no Hotel Real Palácio a 3ª edição do Bairradão em Lisboa, com a habitual organização da garrafeira Néctar das Avenidas.

Tal como na anterior edição, tive oportunidade de me deslocar à sala de provas, de participar numa prova especial dedicada ao tema “A história da Casa de Santar” e ainda num jantar vínico, neste caso com vinhos da Dão Sul/Global Wines, ambos os eventos apresentados pelo enólogo Osvaldo Amado.

Já passaram 6 meses sobre o evento, pelo que seria maçador estar a enumerar os produtores presentes no evento. A lista está nas imagens anexas.

Tendo em conta que havia muito para provar, desta vez dediquei-me menos às provas livres. Andei por ali a provar sobretudo brancos e espumantes, pois o calor chamava para aí. De destacar um momento especial, com a prova dum vinho que está a ter algum impacto (pelo menos junto dos apreciadores da Bairrada), o 2221 Terroir de Cantanhede tinto 2011, feito em parceria entre a Adega Cooperativa de Cantanhede e as Caves São João: 2 produtores, 2 enólogos (Osvaldo Amado e José Carvalheira), 2 castas (Baga e Cabernet Sauvignon), 1 terroir (Cantanhede – O Cabernet Sauvignon provém da Quinta do Poço do Lobo, propriedade das Caves São João situada no concelho de Cantanhede). Simplesmente excelente! O preço condiz: cerca de 40 €!

Outro momento especial foi uma prova de vinhos da Casa de Santar, orientada pelo enólogo da Dão Sul, Osvaldo Amado. Foram provados vários tintos desde a colheita de 1994 até à de 2012. Destacaram-se as colheitas de 1994, 1995 e 2000 e 2011 pela elegância, 1998 e 2003 pela juventude ainda mostrada. O de 1996 mostrou-se em queda, com sinais claros de oxidação, enquanto o de 2012 apareceu demasiado novo, com demasiados taninos e a precisar de evolução na garrafa.

Mais para a noite houve o jantar buffet com vinhos da Dão Sul, de novo com apresentação de Osvaldo Amado. Neste foram degustados vinhos da Quinta de Cabriz, da Casa de Santar, do Paço dos Cunhas de Santar e, proveniente da Bairrada, da Quinta do Encontro.

Começou-se com o espumante Cabriz bruto natural, já nosso conhecido, que confirmou a levez e frescura que habitualmente o caracterizam e posicionam como uma aposta com boa relação qualidade/preço para quem pretende um espumante que não comprometa sem ter de pagar muito por ele. A par deste tivemos um blanc de noir, também um Cabriz produzido exclusivamente com Touriga Nacional, que mostrou alguma acidez e algum floral mas menos elegância.

Seguiram-se os brancos tranquilos, Casa de Santar Reserva 2014, Cabriz Reserva 2015 e Encontro 1 2012. Este último, o bairradino, mostrou-se claramente um vinho superior. Produzido apenas 4 a 5 vezes por década e apenas com a casta Arinto, é um branco com grande acidez e enorme estrutura, frescura e persistência. Claramente um vinho de outro campeonato. Os Cabriz e Santar mostraram a elegância e frescura habituais no Dão, com este um pouco mais estruturado que aquele.

Nos tintos tivemos alguns dos pesos-pesados: Cabriz Reserva 2012, Paço dos Cunhas de Santar Vinha do Contador 2009 e uma surpresa no final, um Cabriz 25 anos 2011, comemorativo dos 25 anos de produção da quinta, elaborado com Touriga Nacional, Tinta Roriz e Baga. Um vinho absolutamente espantoso, com um aroma extraordinário, algo absolutamente fora do comum. A par do sempre excelente Vinha do Contador, este Cabriz 25 anos conseguiu ainda estar melhor. O Cabriz Reserva 2012 cumpriu o que é habitual, num registo médio-alto, mas ao pé dos parceiros de ocasião pareceu um vinho banal...

No final ainda pudemos provar um licoroso, como agora acontece em várias regiões: onde não se pode fazer vinho do Porto fazem-se licorosos que são parecidos. Não sendo um Porto, saiu-se menos mal.

No fim dum longo dia, lá voltámos a casa regalados com tantos bons vinhos e boa comida. Sim, porque a par de tudo isto houve um jantar. A ementa está aqui. Nenhum reparo a fazer: tudo bom.

Parabéns à Néctar das Avenidas por mais um excelente evento. Hoje é dia de mais um, o 60º, a assinalar o 5º aniversário da garrafeira. Parabéns a dobrar, portanto!

Kroniketas, enófilo refastelado

segunda-feira, 2 de maio de 2016

No meu copo, na minha mesa 525 - Jantar Monte dos Cabaços no restaurante Via Graça





Em mais uma iniciativa da Néctar das Avenidas, no passado dia 1 de Abril tive oportunidade de participar no 50º jantar vínico organizado pela garrafeira sediada na Avenida Luís Bivar.

O local escolhido foi o restaurante Via Graça, localizado numa das zonas mais privilegiadas da capital, próximo do Largo da Graça e com uma vista de cortar a respiração para a baixa da cidade, o castelo de São Jorge e a ponte 25 de Abril. Vale a pena parar uns minutos no Miradouro da Senhora do Monte, ao cimo da Calçada do Monte, a contemplar o espectáculo que se sabre diante dos nossos olhos e abaixo dos nossos pés.

Lá dentro, no restaurante, os dois pisos de salas estão virados precisamente para esta vista magnífica, o que torna a permanência ainda mais apetecível.

Como parceira para a degustação dos vinhos foi escolhida Margarida Cabaço, proprietária do afamado restaurante São Rosas, em Estremoz (que já tive oportunidade de visitar por duas vezes), e que começou a sua própria produção vinícola pelo Monte dos Cabaços, tendo agora apresentado um portefólio alargado com vários brancos e tintos produzidos na região.

Feitas as devidas apresentações, o Chef anunciou-nos o que vinha aí em termos de sólidos, o que desde logo nos deixou de água na boca, Margarida Cabaço foi apresentando os líquidos. As harmonizações foram seguindo a ordem indicada no menu reproduzido acima.

Apesar do alto nível dos pratos propostos, foi-nos dito para usufruirmos mas que as estrelas da noite deveriam ser os vinhos. Deveriam...

Pelos pratos, depois das habituais entradas e patés para entreter, começaram a desfilar verdadeiras delícias que compuseram um menu verdadeiramente sublime:

  • Pato confitado com risoto de cogumelos selvagens. Cozinhado no ponto, tenríssimo quase a desfazer-se na boca e com a carne a desprender-se dos ossos só com o toque do garfo, por cima duma cama de risoto de comer e chorar por mais;
  • Hambúrguer de cabrito assado com esparregado, talvez o prato menos oroginal e menos exuberante em termos de sabores, mas ainda assim a fazer jus à qualidade do caprino;
  • Para finalizar em beleza, e já quase sem estômago que foi preciso poupar nos pratos anteriores, um manjar do céu: arroz de caça (lebre, perdiz, faisão e javali)., malandrinho, caldoso, com as carnes em perfeita harmonia e tão bem fornecido e temperado que tive de pedir… mais arroz!
  • E para o encerramento da função, a sobremesa não poderia ficar atrás das outras delícias, e lá tivemos de nos banquetear com um delicioso bolo de mousse de chocolate! Simplesmente divinal aquilo que se nos ofereceu mastigar.

Perante tamanho nível desta oferta gastronómica, os vinhos acabaram por ressentir-se.

Pela nossa mesa passaram:

  • Monte dos Cabaços Colheita Seleccionada branco 2013 - 13,5% - Antão Vaz, Arinto e Roupeiro
  • Monte dos Cabaços Colheita Seleccionada tinto 2010 - 14% - Alicante Bouschet, Aragonês, Touriga Nacional
  • Margarida Edição Especial tinto 2010 - 14,5% - Alicante Bouschet
  • Monte dos Cabaços Reserva tinto 2008 - 14,5% - Touriga Nacional e Alicante Bouschet
  • Margarida Edição Especial branco 2011 - 14% - Encruzado


Deviam realmente ser as estrelas da noite mas não foram... Por duas ordens de razões principais: primeiro, porque perante a excelência do menu apresentado, de altíssimo nível, só mesmo vinhos de altíssimo nível é que conseguiriam competir neste campeonato, e aí estamos a falar de um campeonato mesmo de topo!

Em segundo lugar, porque independentemente das iguarias que tivemos na mesa, os vinhos na sua globalidade ficaram-se por pouco mais do que a mediania. Não há nada em particular que os distinga de muitos outros, nenhuma novidade em especial nem nenhuma característica típica que os ligue à região. Aposta nas castas da moda, vinhos altamente alcoólicos, muito concentrados e com madeira, e temos a conversa feita...

Não quero com isto menorizar o trabalho que é feito nem a bondade da escolha para este jantar – quem sou eu, um amador, para pôr em causa o trabalho de profissionais que sabem daquilo tudo o que eu não sei. Simplesmente, como consumidor, apenas posso colocar estes vinhos num patamar que não vai muito além da vulgaridade, com o adicional de que nada trazem de novo ao panorama dos vinhos nacionais e aos alentejanos em particular.

Por isso, a grande memória que fica deste evento, e a grande vontade de lá voltar, é mesmo pela excelência do restaurante. Se há local que merece a designação de “5 estrelas”, é este Via Graça!

Kroniketas, enófilo esclarecido

Restaurante: Via Graça
Rua Damasceno Monteiro, 9-B
1170-108 Lisboa
Tel: 21.887.08.30/21.887.03.05
Nota (0 a 5): 5

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Bairradão em Lisboa


    
  

Foi em Maio passado no Hotel Real Palácio, e com organização da garrafeira Néctar das Avenidas, à semelhança do que aconteceu há pouco mais de um ano (Março de 2014) com os vinhos das Caves São João (aqui, aqui e aqui), que se realizou o evento Dão e Bairrada em Lisboa, no qual se juntaram produtores daquelas duas regiões vinícolas com alguns dos seus melhores vinhos.

O evento contou com 3 fases: uma primeira de prova livre, denominada Special Time Wine, em que a partir das 17 horas em diferentes horários iam sendo disponibilizados aos visitantes diferentes tipos de vinhos – primeiro espumantes da Bairrada, em seguida Encruzados e Tourigas do Dão, Momentos Especiais com algumas das grandes marcas e finalmente os clássicos da Bairrada (ver a primeira imagem anexa); um jantar com vinhos da Bairrada a partir das 19:30; e um jantar com vinhos do Dão a partir das 21:30. Por questões essencialmente de horário, inscrevi-me no jantar da Bairrada, de modo a poder ir para casa mais cedo, tendo em conta de experiências anteriores o tempo que estes jantares costumam demorar. Quando os comensais abandonaram a sala já passava das 22 horas, enquanto os comensais para o jantar do Dão aguardavam...

Inútil seria tentar enumerar os vinhos provados e destacar alguns, tal era a panóplia disponível. Dirigi-me com especial atenção a alguns dos vinhos que não iriam estar disponíveis no jantar.

Quando finalmente pudemos tomar lugar à mesa, fomo-nos dirigindo aos petiscos disponíveis, em regime de jantar volante (ver ementa na segunda imagem). Nesta altura começaram a desfilar os vinhos do cartaz (ver terceira imagem). Uma autêntica maratona, muitos vinhos para provar, para corredores de fundo. Mesmo controlando o melhor possível as quantidades ingeridas, a certa altura torna-se difícil continuar a apreciar devidamente os vinhos que vão passando pelos copos e manter toda a lucidez...

De qualquer modo, sempre dá para se ir destacando vinhos como o espumante Quinta das Bágeiras Super Reserva, o Caves São Domingos bruto rosé, o Volúpia branco, o Encontro 1 tinto (o branco apresentou-se muito marcado pela madeira), o Vadio tinto, o Casa de Saima Reserva branco, o Frei João Reserva 85 em garrafa magnum e, claro, uma das grandes expectativas da noite, o já famoso Baga Confirmado 1991 da Adega Cooperativa de Cantanhede. Enfim, quase todos excelentes...

No final ainda houve direito a provar o Colheita Tardia Apartado 1 das Caves São João e a aguardente da Quinta das Bágeiras, mas nesta altura já não havia estômago nem palato...

Parabéns à garrafeira Néctar das Avenidas por mais esta organização e aos produtores presentes pelos vinhos apresentados. Obrigado também ao Hotel Real Palácio pelos excelentes acepipes colocados à disposição dos comensais.

Em jeito de balanço, talvez não se justifique um tão elevado número de vinhos em prova no jantar, porque acabamos por nos dispersar em torna-se difícil manter a lucidez. Compreende-se a intenção de alargar o portefólio disponível, mas a quantidade pode ser reduzida sem prejuízo da qualidade.

Até ao próximo evento.

Kroniketas, enófilo empanturrado

Nas fotos (da esquerda e de cima):
3ª foto - Mário Sérgio Nuno (Quinta das Bágeiras)
5ª foto - Osvaldo Amado (Adega Cooperativa de Cantanhede e Dão Sul)
6ª foto - Maria João (Adega Luís Pato)
7ª foto - Paulo Nunes (O Abrigo da Passarela e Casa de Saima)
8ª foto - Célia Alves (Caves São João)

sábado, 3 de maio de 2014

No meu copo, na minha mesa 379 - Jantar e prova Caves São João no Hotel Real Palácio (3ª parte)

Jantar vínico





Depois da pausa para refrescar e tentar libertar alguns dos vapores etílicos, passámos então à sala de jantar, onde o Politikos já esteve presente à mesa.

Para acompanhar o menu desfilaram alguns dos vinhos mais recentes das Caves São João, a começar peço recentemente lançado espumante Luis Costa bruto 2010, um lote de Pinot Noir e Chardonnay, que entrou no menu a acompanhar uma cavala alimada (ver menu completo na imagem). Apesar da composição do lote ser aquela que habitualmente predomina na região de Champagne, este espumante apareceu algo linear e simples. Suave e com bolha fina, pareceu faltar-lhe um pouco mais de estrutura e complexidade.

Seguiu-se o Quinta do Poço do Lobo branco Arinto-Chardonnay Reserva 2012. Um vinho bem estruturado e encorpado fermentado em barricas usadas que permitiram dar um ligeiro toque amadeirado e alguma estrutura mas sem marcar o vinho em demasia. Tudo em equilíbrio num branco com potencial para pratos mais fortes.

Entretanto foram-se sucedendo os pratos, como a terrina de pato e o naco de vitelão, e os tintos, como o Poço do Lobo Reserva 2011 e o Porta dos Cavaleiros Reserva Touriga Nacional 2012. Deste último tinha provado não há muito tempo uma garrafa de 2007 que estava excelente, no ponto óptimo para beber. Este de 2012 mostrou-se ainda um pouco “cru”, com os aromas pouco ligados, é claramente um vinho que precisa de tempo para crescer na garrafa, à semelhança do exemplo citado. Está vivo e irrequieto, mas pouco maduro. O Poço do Lobo Reserva 2011 apresentou-se mais estruturado e longo, mas também a precisar de garrafa.

Ainda passaram pela mesa um Poço do Lobo Cabernet Sauvignon 1999 que a princípio parecia estar cansado e ter rolha, mas deixado no copo cerca de 2 horas depois estava com uma evolução espectacular, com uma aroma enorme, grande estrutura e persistência; e um Frei João Reserva 2000, com estrutura média, suave e equilibrado.

Para os queijos e sobremesas ainda vieram um Porta dos Cavaleiros branco 1979, em garrafa magnum, ainda em muito boa forma, um Apartado 1 - Colheita Tardia 2012 e uma Aguardente Velha Grande Reserva Caves São João, mas nessa altura eu já estava KO de tanto vinho, pelo que já nem consegui provar o colheita tardia nem a aguardente...

Pelo meio disto tudo, falta referir alguns vinhos provados ao início da tarde na zona das provas livres, como dois espumantes brancos e um rosé: este mediano, bom o Quinta do Poço do Lobo e sem grande história o Caves São João; alguns brancos, como o Frei João Reserva branco 2011, bem equilibrado, e ainda o Poço do Lobo Cabernet Sauvignon tinto 1989, que estava decantado e evoluiu maravilhosamente ao longo da tarde. Muitos vinhos em tão pouco tempo...

Esta descrição não pretendeu ser exaustiva nem demasiado rigorosa, até porque se torna repetitivo estar sempre a fazer descrições muito parecidas, mas sobretudo deixar aqui uma panorâmica dos vinhos à disposição dos participantes nesta jornada. Impõe-se agradecer à Sara e ao João Quintela, da Néctar das Avenidas, que organizaram nesta ocasião o 35º jantar vínico desde a existência da garrafeira, em pouco mais de 2 anos (!!!), ao Hotel Real Palácio pelo serviço proporcionado e, naturalmente, às Caves São João por nos ter permitido provar mais uma fantástica selecção das preciosidades que tem nas suas caves.

Bem hajam!

Kroniketas, enófilo esclarecido